Venha entender melhor quais as melhores estratégias para preparar o fluxo de caixa em razão das novas alíquotas em 2026.

Preparar adequadamente o fluxo de caixa para o ano de 2026 é o melhor caminho para se garantir uma boa prática financeira e progresso de sustentabilidade do negócio durante o período de transição tributária. Essa transição marca não só a substituição gradual de tributos por novos impostos (IBS e CBS) como também a introdução de novas alíquotas, regras de creditamento e prazos de recolhimento.

 

Quais os impactos da transição tributária?

As mudanças nos sistemas de apuração e recolhimento podem antecipar ou postergar as saídas de caixa, o que afeta a liquidez. Por conta da convivência entre o sistema atual e o novo, aumenta-se a complexidade operacional e o risco de descasamentos financeiros. Assim, o planejamento financeiro deve ser revisto com antecedência, considerando diferentes cenários de alíquotas e prazos.

Com o auxílio da consultoria, o mapeamento de carga tributária vai melhorar a compreensão de etapas de cadeia e quais valores impactam o capital de giro. Com isso, se prepara o terreno para novas alíquotas sobre preços, margens e necessidade de caixa, identificando períodos de maior pressão financeira e definindo estratégias para mitigar riscos, como renegociação de prazos com fornecedores ou revisão das condições comerciais com clientes.

Além disso, gerir créditos tributários para evitar as defasagens do novo modelo é fundamental para estruturar controles eficientes, garantir a correta escrituração e acompanhar de perto os prazos de compensação ou ressarcimento. A defasagem pode afetar diretamente o fluxo de caixa, especialmente em empresas com margens mais estreitas ou ciclos financeiros longos.

               

Como a transição tributária afeta o financeiro da empresa?

Ao integrar as áreas fiscal, financeira e contábil, tais decisões impactam diretamente no caixa e algumas podem gerar efeitos fiscais relevantes. Investir em sistemas de gestão integrados, capacitação das equipes e assessoria especializada pode reduzir erros, retrabalho e custos inesperados. Embora esses investimentos representam um desembolso inicial, eles tendem a gerar economia e previsibilidade no médio e longo prazo.

Um bom consultor financeiro também é capaz de fazer planejamento de fluxo de caixa considerando o período de adaptação, e mantendo a margem de segurança para absorver aumentos temporários de carga tributária, atrasos na recuperação de créditos ou ajustes operacionais. Empresas que operam com caixa muito justo podem enfrentar dificuldades para cumprir suas obrigações, mesmo sendo economicamente viáveis.

Sendo assim, revisar processos, melhorar controles e ser mais estratégico em relação ao fluxo de caixa vai te preparar para um ambiente tributário mais transparente e racional.

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